Análise de
Óleo Isolante

A DeltaP Eletromecânica Ltda Serviços conta com laboratório próprio, capaz de realizar análises em óleo isolante, obedecendo aos rígidos padrões internacionais.

Cromatografia

Cromatografia Determina a concentração dos gases dissolvidos no óleo mineral isolante. A formação de gases em equipamentos elétricos imersos em óleo pode se dar devido ao processo de envelhecimento natural e/ou em maior quantidade, como resultado de defeitos. A operação em presença de defeitos pode causar sérios danos aos equipamentos. Por isso é de grande interesse que seja possível detectar o defeito em seu estágio inicial de desenvolvimento, podendo a natureza e importância dos defeitos serem precisadas a partir da composição dos gases e da rapidez com que são formados.

Cromatografia

Análise Físico-Química Determina a condição de isolação e o estado de envelhecimento do óleo mineral isolante. Os resultados são comparados aos valores pré-estabelecidos em normas. Valores fora dos limites especificados indicam necessidade de tratamento termovácuo, substituição ou regeneração do óleo mineral. A definição de cada ensaio segue abaixo:

Teor de água Um elevado teor de água acelera a deterioração química do papel isolante e é indicativo de condições de operações indesejáveis, que requerem correções.

Rigidez dielétrica Serve para medir a capacidade de um óleo suportar tensões elétricas e indicar a presença de contaminantes como água e partículas condutoras.

Acidez Indica que o óleo contém qualquer material ácido que, além de aumentar a oxidação do óleo e formar borras, pode também promover a degradação do papel.

Cor Um rápido aumento da cor indica deterioração ou contaminação do óleo.

Tensão interfacial Indica a presença de contaminantes polares que são substâncias quimicamente ativas e, portanto vão acelerar o envelhecimento do óleo.

Fator de perdas dielétricas (fator de dissipação ou fator de potência): Um alto fator de perdas é uma indicação de presença de contaminantes ou de produtos de deterioração, como umidade, carbono ou matérias condutoras, sabões metálicos e produtos de oxidação.

Cromatografia

Análise furfuraldeído Analisa o estado de envelhecimento do papel isolante, através da análise de derivados de furanos dissolvidos no óleo mineral isolante. Possibilita o planejamento da substituição do transformador com base de informações técnicas de envelhecimento e não da idade cronológica do equipamento.

Cromatografia

Análise de teor PCB A determinação de PCB em líquidos isolantes não halogenados é realizada por dois métodos distintos. O método potenciométrico, onde a dosagem é indireta e requer atenção aos procedimentos sugeridos pelos fabricantes dos equipamentos, baseia-se na dosagem de íons cloreto oriundos das moléculas de bifenila policlorada. O método de cromatográfica gasosa segue dosagem com utilização de padrões e comparação de áreas em curvas de calibração.

Procedimento para
amostragem

A DeltaP Eletromecânica Ltda Serviços conta com laboratório próprio, capaz de realizar análises em óleo isolante, obedecendo aos rígidos padrões internacionais.

1. Objetivo Estabelecer procedimento de amostragem de óleo mineral isolante, utilizado em equipamentos elétricos.

2. Campo de Aplicação Aplicam-se as amostras de Óleo Mineral Isolante coletadas pelo cliente ou pela Delta P Eletromecânica para ensaios previstos em Norma, no Laboratório da Delta P Eletromecânica.

3. Responsabilidades

3.1 Clientes Retirar os frascos e seringas de coleta de óleo com o Laboratório da Delta P, proceder à amostragem conforme a instrução de trabalho e entregar os recipientes no Laboratório da Delta P. Os materiais emprestados pela Delta P deverão ser devolvidos em perfeito estado. Caso ocorra o extravio ou a quebra dos mesmos, o Cliente deverá ressarcir os mesmos pelo valor previamente estabelecido no orçamento de prestação de serviços (campo Obrigações do Cliente).

3.2 Equipe de Coleta da Delta P Eletromecânica Deverá retirar os frascos e seringas com o Laboratório, proceder à amostragem conforme a instrução de trabalho e entregar as amostras de óleo de volta ao laboratório.

3.3 Laboratório Fornecer os frascos e seringas em perfeitas condições de uso e limpeza para os clientes externos ou equipe de coleta. Receber as amostras de óleo isolante, conferir as anotações de data e identificação, armazená-los adequadamente, de forma a não absorverem umidade e nem perderem a identificação. Cadastrar as amostras no sistema e verificar se existe histórico anterior. Realizar os ensaios conforme as instruções de trabalho. Registrar os resultados de ensaios no sistema e emitir Relatório de Ensaios em Óleo Mineral Isolante. Esvaziar, limpar e armazenar os recipientes para nova amostragem.

Os resultados dos ensaios são registrados no sistema de Relatório de Ensaios em Óleo Mineral Isolante.

4. Amostragem

4.1 Retirada de amostra do óleo isolante de equipamentos elétricos

4.1.1 Amostra para ensaios físico-químicos A retirada de amostras devem ser preferencialmente coletadas nos registros dos equipamentos elétricos. Quando não for possível, a amostra poderá ser retirada através da tampa de inspeção, utilizando pipetas, mangueiras ou seringas

Durante a amostragem devem ser observados os seguintes procedimentos:

-Limpar o registro de retirada do óleo
-Conectar o dispositivo de amostragem apropriado no registro do equipamento
-Colocar uma bandeja de contenção ou qualquer outro material que evite o derramamento de óleo no solo
-Abrir vagarosamente o registro e deixar escoar um pouco de óleo sem aproveitamento
-Utilizar frasco de vidro de 1 litro com tampa rosqueável. O mesmo deve estar limpo e completamente seco
-Deixar escoar cerca de 200ml no frasco, fechar o registro e através de movimentos rotatórios, enxaguar o frasco com o óleo
-Descartar o óleo
-Abrir o registro novamente e encher o frasco até o transbordamento. Fechar o frasco e o registro imediatamente
-Limpar cuidadosamente o frasco
-Quando houver o tampão do registro, passar fita veda rosca antes de conectá-lo novamente
-Certificar-se de que o registro foi adequadamente fechado e não há vazamentos; -Identificar a amostra corretamente
-Armazenar os frasco em local escuro até o envio ao laboratório.

4.1.2 Amostra para ensaios cromatográficos A retirada de amostras devem ser preferencialmente coletadas nos registros dos equipamentos elétricos. Quando não for possível, a amostra poderá ser retirada através da tampa de inspeção, utilizando seringas. Durante a amostragem devem ser observados os seguintes procedimentos:

-Limpar o registro de retirada do óleo
-Conectar o dispositivo de amostragem apropriado no registro do equipamento
-Colocar uma bandeja de contenção ou qualquer outro material que evite o derramamento de óleo no solo
-Abrir vagarosamente o registro e deixar escoar um pouco de óleo sem aproveitamento
-Utilizar seringa de no mínimo 20ml de capacidade volumétrica, limpa e seca
-Conectar a torneira de 3 vias no dispositivo de amostragem e então abrir o registro de forma que o óleo penetre lentamente na seringa. O êmbolo não deve ser puxado, mas permitido que recue sob a pressão da coluna de óleo
-Descartar o óleo
-Repetir a operação de enchimento da seringa com um volume superior ao graduado na mesma
-Fechar a torneira de 3 vias e, em seguida, a válvula de amostragem
-Desconectar a seringa com a torneira de 3 vias do dispositivo de amostragem
-Caso se verifique a presença de bolhas, segurar a seringa verticalmente (torneira para cima) e pressionar o êmbolo de modo a eliminar as bolas existentes. Fechar imediatamente a torneira (seringa na posição vertical)
- Limpar cuidadosamente a seringa e acondicionar em caixa apropriada
- Identificar corretamente a amostra.

4.2 Retirada de amostra de óleo isolante de tambores ou tanques A amostra de óleo novo ou regenerado fornecidos em tambores deve ser colhida depois que o tambor permanecer em descanso por 8 horas no mínimo e estiver à temperatura ambiente. As amostras devem ser retiradas por meio de uma pipeta, ou mangueira, que deve estar limpa e seca. Deve ser lavada várias vezes com o óleo do tambor e a amostra deve ser retirada a uma altura de 3cm do fundo do recipiente. Em caso de retirada de amostra de carro tanque, é mais prático obtê-las da válvula inferior do tanque. A válvula deve ser completamente limpa, deixando-se verter 1 litro de óleo antes da retirada da amostra.

IMPORTANTE

Na coleta para ensaios físico-químicos, o óleo só pode ser retirado em dia seco, cuja umidade relativa do ar esteja abaixo de 70%

A temperatura do óleo deve ser igual ou superior à temperatura ambiente;

O descarte do óleo drenado deve seguir a legislação vigente, não devendo ser jogado no meio ambiente.

Identificação das Amostras As amostras devem ter no mínimo as seguintes identificações:

-Empresa
-Subestação
-Tipo de equipamento
-Nº de série
-Tensão
-Potência
-Identificação dentro da subestação
-Data de Amostragem
-Ponto de amostragem

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