|
O tratamento dos fluidos lubrificante e hidráulicos
tem por objetivo a eliminação dos agentes prejudiciais à lubrificação:
- Partículas sólidas , água e gases. Através de circuito fechado, o processo
é executados em "paralelo", isto é, com a máquina (injetora, prensa, extrusora,
redutor, turbina, laminador, etc.) em funcionamento. Este procedimento é de relevada
importância, uma vez que faz com que o fluído limpo escoe por tubulações, bombas
e válvulas e superfícies internas não atingidas nem pela troca de óleo.
A retenção de partículado é feita através de filtros com micragens regressivas.
A desidratação e desgaseificação é processada através de elementos
coalescentes de fibra de vidro submetidos à vácuo. O PRINCÍPIO
Conservar o lubrificante em operação significa manter suas características
Físico-químicas para que este fluído cumpra a importante função de lubrificar,
transmitir potência, dissipar calor, etc. O tratamento visa o recondicionamento
físico completo do fluído, reduzindo o grau de limpeza e teores de água e gases
à níveis excedentes aos do óleo novo. PRINCIPAIS BENEFÍCIOS
Fornecimento após ou durante o serviço, laudos de contagem de partículas.
(de acordo com NORMA ISO 4406 ou NAS 1638). A multiplicação da vida útil
do lubrificante, uma vez que o mesmo se torna ácido em função da combinação da
temperatura, alguns gases (principalmente O e H), partículas metálicas (Cobre,
Ferro, Chumbo, etc...) e fundamentalmente água, que mesmo em dissolução, é extremamente
nociva e formadora de compostos ácidos. A preservação de componentes
internos. (bombas, válvulas, etc...) Partículas geram desgastes que geram partículas.
Essa "usinagem" e "travamentos" não ocorre em fluídos limpos. Os gases
facilitam o atrito entre peças e a perda de transmissão de potência em fluídos
hidráulicos, além de que alguns deles são corrosivos. Obtem-se desgaseificação
completa do fluído. Quanto maior a frequência de tratamento, menor é
a formação de borra no reservatório, proveniente da combinação dos contaminantes.

|